Redação - Superesportes
22/02/2012 07:00
A tática que o Cruzeiro pretende usar sábado, às 17h, diante do Democrata-GV, no Mammoud Abbas, foi testada exaustivamente ontem pelo técnico Vagner Mancini: tocar a bola com rapidez sem oferecer chances para o contra-ataque, ter o domínio do jogo, ser preciso nas finalizações e explorar o desespero do adversário. Foi o que revelou o armador Roger, no primeiro dia de treino depois da folga do carnaval. Ele se queixou de incômodo na panturrilha, enquanto o zagueiro Victorino reclamou de pancada no tornozelo esquerdo. Mas nenhum preocupa, segundo os médicos.
O Democrata vive situação delicada. Perdeu os três jogos e só fez um gol. O técnico Márcio Máximo deu o lugar a José Maria Pena. “Sabemos que será um jogo duro, como todos no interior, sem muitos espaços. Mas dá para alcançarmos os três pontos”, disse Roger.
O Cruzeiro espera ter sua melhor atuação neste início de temporada, aliviado pelas vitórias consecutivas sobre Tupi (3 a 0) e Nacional (4 a 2). Mancini ganha quatro opções para sábado: os atacantes Walter e Fábio Lopes, o lateral Jackson e o colombiano Diego Arías, que não tinham condições legais de enfrentar o Nacional.
Em princípio, o técnico deve repetir a escalação das duas últimas partidas. Mas com jogadores em alta no banco, como o volante Rudnei, que entrou bem no time nas duas últimas partidas, Walter e Wallyson. Os dois atacantes, em breve, darão boa dor de cabeça a Mancini, pois Wellington Paulista, artilheiro do Campeonato Mineiro com quatro gols, e Anselmo Ramon têm correspondido na frente. “O importante é que os gols estão acontecendo e o time está crescendo a cada jogo”, destaca o técnico. Em cinco jogos, incluindo dois amistosos, o Cruzeiro marcou 11 vezes.
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