Depois de analisar minuciosamente os detalhes do contrato firmado entre o Atlético e a empresa BWA, o integrante do conselho administrativo do América, Marcus Salum, tratou de acalmar o torcedor americano: 'O Estádio Independência é de propriedade do América Futebol Clube, com escritura e registro, e isso não vai mudar'. O dirigente participou do programa
Alterosa no Ataque desta terça-feira e deu mais esclarecimentos sobra a polêmica que tomou conta do futebol mineiro.
“O América foi procurado pelo governo que pediu o controle do estádio para as reformas visando resolver o problema das obras no Mineirão. Nós cedemos sob certas condições, que estão muito claras no contrato. O América tem a preferência no vestiário principal em qualquer jogo, tem preferência em caso de jogos de dois times mineiros e temos dois camarotes para todos os eventos. Além disso, temos toda a programação visual do Independência baseada nas cores do América. Para completar, a torcida americana vai poder entrar pela rua Pitangui, que é o lugar onde eles gostam de ficar. Temos direito também a uma receita bruta de todos os lucros que o estádio arrecadar. Isso foi acertado e feita uma cessão por 20 anos. Depois desse período, o América volta a administrar a arena”, disse.
Quando questionado sobre quais cláusulas do contrato Atlético/BWA ferem os interesses do América, Salum preferiu não dar detalhes.”Eu não sou advogado e não vou entrar em detalhes. Só sei que no edital diz que nenhum outro clube pode administrar o estádio. Somente a empresa que ganhou a licitação. O governo é quem deve tomar as providências”, completou.
Após o programa Alterosa no Ataque, Salum conversou com a equipe do
Superesportes e se mostrou confiante na resolução do imbróglio. Ouça a seguir:
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