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| No jogo-treino contra o Villa Nova, André cobrou e o goleiro defendeu |
O momento da cobrança do pênalti é um dos mais tensos de um jogo. No Atlético, neste começo de ano, a tensão tem sido maior. Isso porque em três jogos-treinos, o Galo teve três penalidades e desperdiçou todas.
O atacante André perdeu dois. Contra o Villa Nova, parou nas mãos do goleiro. Contra o Tombense, chutou para fora. Os erros custaram a condição de batedor da equipe. Segundo o técnico Cuca, André precisava treinar mais.
Contra a Patrocinense, novo pênalti. O escolhido para cobrar foi Richarlyson. A cobrança ficou no goleiro.
Para André, a confiança no momento da cobrança deve ser determinante para o jogador pegar a bola e bater a penalidade:
“Infelizmente, a gente perdeu os pênaltis. Mas todo mundo está treinando. Na hora do jogo, se o cara estiver bem, confiante, ele bate. A gente não tem isso de brigar para bater. Ele (Richarlyson) tem mais uma chance, igual eu tive duas. Se perder, já era. É continuar treinando para chegar no jogo e não errar”, disse André.
Nesta quinta-feira, alguns jogadores treinaram pênalti. Na atividade, a bola, enfim, foi parar nas redes.
Mancini, Richarlyson, Réver, Guilherme e André tiveram seis chances. Os dois primeiros converteram todas. Os outros três perderam uma cobrança cada. André acertou a trave. Guilherme e Réver ficaram nas defesas do goleiro Renan Ribeiro e Giovanni, respectivamente.
Mesmo quem não aparece na lista inicial de cobradores garante que, se for necessário, não fugirá à responsabilidade nas partidas:
“A gente tem os cobradores. Por infelicidade, estamos perdendo. Temos qualidade nos nossos atacantes, nas pessoas que assumem a responsabilidade. Mas, se tiver oportunidade e não tiver um dos batedores em campo, eu tenho total possibilidade de pegar a bola e bater”, disse o lateral-direito Marcos Rocha.
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