
09/02/2012 08:30
Bernardo Scartezini
bernastones@hotmail.com
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São dois momentos bem ilustrativos do atual futebol profissional brasileiro.
Um terceiro exemplo, muito bem acabado, foi dado essa última semana por um clube especialista no assunto. Horas antes do jogo ecisivo em que o Flamengo precisava vencer o Real Potosí, vazou a estória de que professor Luxemburgo estaria fora da Gávea fosse qual fosse o resultado.
Detalhe divertido: os dirigentes teriam informado aos jogadores da demissão de Luxemburgo como uma maneira de motivá-los para o prélio.
Quando a estória bateu na imprensa, perdeu seu intuito motivacional para virar mais um escandalozinho rubro-negro. Foi quando Patricia Amorim fez-se de indignada e desmentiu o troço todo, acusando a jornalistada de plantar crises por aí. Mas ela fez tudo isso só para, no dia seguinte, realmente demitir Luxemburgo.
Joel Santana chegou ao Flamengo na segunda-feira. Naquele jeitão lá dele, Papai Joel deu entrevistas divertidas e parece ter serenado os ânimos. Mas, ao ser perguntado sobre a chave do Fla na Libertas-2012, ele teve dificuldade em citar os adversários. O Flamengo joga com o Lanús, na Argentina, na próxima quarta-feira.
Enquanto isso, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha...
Matéria do site UOL, publicada na terça-feira, deu conta de que o estádio brasiliense, orçado inicialmente em R$ 671 milhões, periga passar de R$ 1 bilhão quando, enfim, estiver pronto.
Esse aumento se deve não apenas à inclusão da cobertura retrátil, já anunciada pelo governador Agnelo Queiroz, mas também a uma série de benfeitorias ainda a serem licitadas. Tais como o plantio do gramado (oras), a construção de um heliponto e a abertura de um túnel subterrâneo até o Centro de Convenções.
De modo que, segundo a matéria, o estádio do Distrito Federal pode se tornar o mais caro da Copa de 2014. Todos os envolvidos estão de parabéns.
Bernardo Scartezini escreve às quintas-feiras no Super Esportes
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