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Afastamento de Aécio vira treta entre Ana Paula e Joanna Maranhão

No Twitter, ex-jogadora de vôlei se desentendeu com a nadadora

postado em 18/05/2017 14:41 / atualizado em 18/05/2017 15:04

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AFP e COB

O turbilhão político que atinge o Brasil nas últimas horas chegou ao esporte. Nas redes sociais, a cizânia envoleu Ana Paula Henkel, ponteira da Seleção Brasileira de vôlei nos anos 1990, e Joanna Maranhão, uma das principais nadadoras do país neste século.

Tudo começou quando Joanna Maranhão, filiada ao Psol, decidiu cutucar Ana Paula. A jogadora de vôlei foi cabo eleitoral de Aécio Neves, do PSDB, nas últimas eleições. O senador foi afastado no cargo nesta quinta-feira (18/5).



O problema é que Ana Paula não apagou tuíte nenhum. Aliás, basta uma busca rápida para encontrar mais de 50 posts de elogios ao senador do PSDB, afastado do cargo nesta quinta-feira (18/5) pelo ministro do STF Edson Fachin, relator da Lava-Jato.

Então, a ex-jogadora de vôlei ficou chateada:



Mas, aparentemente, Ana Paula - medalhista olímpica de bronze - apelou ao dizer que Joanna Maranhão - dona de três medalhas de prata e cinco de bronze em Jogos Pan-Americanos - nunca ganhou nada na vida.



Bom, com certeza não dá para chamar de madura a última reação de Ana Paula:



Joanna despediu-se da treta com um argumento final: "Se eu discutir com meu marido, sou obrigada a aceitar argumento dele porque ele é campeão mundial de judô. Ok..."


Para entender

Aécio Neves foi gravado solicitando R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, um dos donos do frigorífico JBS. Na conversa gravada, Joesley e Aécio negociam de que forma seria feita a entrega do dinheiro. O empresário teria dito que, se o senador recebesse pessoalmente o dinheiro, ele mesmo, Joesley, faria a entrega.

Na gravação entregue à Procuradoria-Geral da República, o senador disse a seguinte frase: "Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do c...".

O "Fred" citado no diálogo é Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, ex-diretor da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e um dos coordenadores da campanha do tucano à Presidência em 2014.

O responsável pela entrega teria sido o diretor de Relações Institucionais da JBS, Ricardo Saud, de acordo com reportagem do jornal O Globo.