A primeira adversária do Brasil é a Suíça, em 17 de junho, um domingo, às 15h. Os dois países se enfrentaram na segunda rodada da fase de grupos da Copa de 1950 e houve empate por 2 x 2. Na história, houve oito duelos, com três vitórias brasileiras, três empates e dois triunfos suíços. O último confronto terminou com vitória deles por 1 x 0, em 14 de agosto de 2013.
A geração suíça reperesenta um trauma para Neymar e Philippe Coutinho. Campeã Sub-17 em 2009, a Suíça desbancou a Seleção na fase de grupos. Vários jogadores daquele time reencontrarão a equipe verde-amarela.
O segundo duelo verde-amarelo será contra a Costa Rica, em 22 de junho, uma sexta-feira, às 9h. Em 1990, na Itália, a seleção da América Central vendeu caro a derrota por 1 x 0, em Turim. Na campanha do penta, em 2002, a história foi diferente. O Brasil goleou o adversário por 5 x 2 e marchou em primeiro rumo às oitavas de final. Detalhe para você ficar tranquilo: a Seleção jamais perdeu para a Costa Rica. Mas vale lembrar: em 2014, a Costa Rica caiu na chave de três campeões mundiais — Inglaterra, Itália e Uruguai — e avançou às oitavas de final junto com a Celeste.
Ex-Iugoslávia, a Sérvia tem fama de dar trabalho ao Brasil. Por sinal, foi a primeira adversária do Brasil na história das Copas. Em 1930, derrotou a Seleção por 2 x 1. Na Copa de 1950, os donos da cada deram o troco e venceram por 2 x 0. Na edição de 1954, houve empate por 1 x 1. Na versão de 1974, igualdade por 0 x 0. Após a extinção da Iugoslávia, o Brasil só duelo com a Sérvia uma vez, no último amistoso antes da Copa de 2014, e venceu por 1 x 0, no Morumbi. O reencontro está agendado para 27 de junho, uma quarta-feira, às 15h.
Assim como a Suíça, a Sérvia tem uma geração campeã mundial recentemente nas categorias de base. A final do Mundial Sub-20 de 2015 foi justamente entre Brasil e Sérvia. Os comandados de Rogério Micale perderam o título.